O Homem E Seus Símbolos | Carl G. Jung
Carl G. Jung
"A obra de Jung é um esforço de resgate e tradução, buscando compreender não apenas seu mundo interno, mas também o de seus pacientes. Ele procurou recuperar o universo simbólico humano frequentemente dominado por religiões, misticismos e filosofias orientais." — Folha de S. Paulo"Jung trilhou um caminho que, ao reconstruir o sentimento religioso após a fragmentação imposta pela psicanálise freudiana, visou criar um misticismo viável para o século XX." — VejaQuando algo escapa da nossa consciência, isso não significa que deixou de existir, assim como um carro que desaparece na esquina não se desfez no ar. Assim como podemos avistar o carro novamente, também podemos reencontrar pensamentos temporariamente perdidos.O inconsciente abriga uma variedade de pensamentos, imagens e impressões que, embora ocultos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem distraído pode atravessar uma sala em busca de algo, parando perplexo, sem lembrar o que queria. Suas mãos tateiam objetos como se estivesse sonâmbulo, mas seu inconsciente o guia até que ele finalmente se lembre do que procurava.
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Carl G. Jung
"A obra de Jung é um esforço de resgate e tradução, buscando compreender não apenas seu mundo interno, mas também o de seus pacientes. Ele procurou recuperar o universo simbólico humano frequentemente dominado por religiões, misticismos e filosofias orientais." — Folha de S. Paulo"Jung trilhou um caminho que, ao reconstruir o sentimento religioso após a fragmentação imposta pela psicanálise freudiana, visou criar um misticismo viável para o século XX." — VejaQuando algo escapa da nossa consciência, isso não significa que deixou de existir, assim como um carro que desaparece na esquina não se desfez no ar. Assim como podemos avistar o carro novamente, também podemos reencontrar pensamentos temporariamente perdidos.O inconsciente abriga uma variedade de pensamentos, imagens e impressões que, embora ocultos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem distraído pode atravessar uma sala em busca de algo, parando perplexo, sem lembrar o que queria. Suas mãos tateiam objetos como se estivesse sonâmbulo, mas seu inconsciente o guia até que ele finalmente se lembre do que procurava.


















